<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Martins Antunes e Vilela Advogados &#187; improbidade administrativa</title>
	<atom:link href="http://mavlaw.com.br/tag/improbidade-administrativa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://mavlaw.com.br</link>
	<description>Concurso Público</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Jul 2020 14:16:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://easypress.club/?v=4.2.2</generator>
	<item>
		<title>Prescrição em ação de improbidade não impede ressarcimento ao erário</title>
		<link>http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/</link>
		<comments>http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 17:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog-notícias]]></category>
		<category><![CDATA[improbidade administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[servidores públicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mavlaw.com.br/?p=4350777</guid>
		<description><![CDATA[<p>Prescrição em ação de improbidade não impede ressarcimento ao erário Agentes públicos podem ser obrigados a ressarcir o erário mesmo quando as acusações em ação de improbidade administrativa já prescreveram. Foi o que reconheceu a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao analisar o caso de um ex-vereador condenado a devolver aos cofres públicos valor gasto com a compra de 310 cestas&#160;<a href="http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/">Prescrição em ação de improbidade não impede ressarcimento ao erário</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br">Martins Antunes e Vilela Advogados</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Prescrição em ação de improbidade não impede ressarcimento ao erário</h2>
<p style="text-align: justify;">Agentes públicos podem ser obrigados a ressarcir o erário mesmo quando as acusações em ação de improbidade administrativa já prescreveram. Foi o que reconheceu a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao analisar o caso de um ex-vereador condenado a devolver aos cofres públicos valor gasto com a compra de 310 cestas de Natal.</p>
<p style="text-align: justify;">O caso envolve um ex-presidente da Câmara Municipal de Osasco (SP), acusado por ter homologado licitação irregular. Ele comandou a Casa até dezembro de 1994, e só em 2001 o Ministério Público decidiu apresentar a ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o juiz de primeira instância quanto o Tribunal de Justiça de São Paulo entenderam que o mandato, no caso, é o de presidente da Câmara, e não o mandato de vereador, que terminou depois. Assim, mesmo concluindo que o político cometeu ato ímprobo, reconheceram a prescrição de todas as sanções.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso porque, conforme o artigo 23, I, da Lei de Improbidade Administrativa, o prazo para início da ação é de até cinco anos após o término do mandato. Já o ressarcimento ao erário foi considerado imprescritível pela Justiça paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">Em recurso especial ao STJ, o réu alegou que o TJ-SP teria se omitido ao deixar de analisar suposta contradição entre o fato de ter declarado a prescrição quanto às demais sanções previstas na lei e ainda assim mantido a pretensão de ressarcimento ao erário. Já o relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, rejeitou o argumento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Controvérsia inexistência</strong>
Segundo Maia Filho, “não houve omissão alguma quanto ao tópico central da insurgência, razão pela qual a preliminar de nulidade suscitada pelo insurgente deve ser rejeitada”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele disse que o acórdão recorrido “resolveu toda a controvérsia posta em apelação, não havendo vícios nulificadores, pois a corte bandeirante, ao apreciar a súplica do demandado, assinalou que deveria ser mantido o processamento da lide sancionadora no ponto do ressarcimento ao erário, preservando, além disso, a sentença no tocante à fluência do prazo prescricional da pretensão às demais sanções da Lei de Improbidade”.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro afastou, assim, a alegação de nulidade com base na suposta violação do artigo 535 do Código de Processo Civil de 1973.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Repercussão geral</strong>
A validade ou não de prescrição nas ações de ressarcimento ao erário por parte de agentes públicos aguarda análise do Supremo Tribunal Federal. Em 2016, a corte reconheceu a existência de repercussão geral em recurso sobre o tema (RE 852.475).</p>
<p style="text-align: justify;">O relator na época, ministro Teori Zavascki, afirmou que a corte já havia reconhecido a repercussão em outro caso (RE 669.069). Acontece que o julgamento do mérito não alcançou as ações decorrentes de ato de improbidade: apenas firmou a tese de que é prescritível a ação de reparação de danos à Fazenda Pública decorrente de ilícito civil. O ministro Alexandre de Moraes é o atual relator. <em>Com informações das Assessorias de Imprensa do STJ e do STF. </em></p>
<strong>Clique <a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1683766&amp;num_registro=201001857394&amp;data=20180319&amp;formato=PDF" target="_blank">aqui</a> para ler o acórdão.
REsp 1.218.706</strong><p>O post <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/">Prescrição em ação de improbidade não impede ressarcimento ao erário</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br">Martins Antunes e Vilela Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mavlaw.com.br/prescricao-em-acao-de-improbidade-nao-impede-ressarcimento-ao-erario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão de juristas que discute lei de improbidade quer incorporar jurisprudências e evitar abusos</title>
		<link>http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/</link>
		<comments>http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 16:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog-notícias]]></category>
		<category><![CDATA[improbidade administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[servidores públicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mavlaw.com.br/?p=4350772</guid>
		<description><![CDATA[<p>Comissão de juristas que discute lei de improbidade quer incorporar jurisprudências e evitar abusos O presidente da comissão de juristas que analisa a reforma da Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92), ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), defendeu que o novo texto legal incorpore jurisprudências dos tribunais em relação à lei e que a nova versão contribua&#160;<a href="http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/">Comissão de juristas que discute lei de improbidade quer incorporar jurisprudências e evitar abusos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br">Martins Antunes e Vilela Advogados</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Comissão de juristas que discute lei de improbidade quer incorporar jurisprudências e evitar abusos</h2>
<div id="conteudoNoticia" style="text-align: justify;">O presidente da comissão de juristas que analisa a reforma da Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92), ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), defendeu que o novo texto legal incorpore jurisprudências dos tribunais em relação à lei e que a nova versão contribua para evitar que sejam cometidos abusos e injustiças. “A lei tem 25 anos e já prestou belíssimos serviços. Já qualificamos muito o gestor brasileiro, mas temos que reconhecer que tivemos abusos&#8221;, afirmou Campbell.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div id="fotoNoticia">Esta foi a 2ª reunião do colegiado para produzir um texto prévio para ser discutido nas próximas semanas. Segundo Campbell, o grupo também vai ouvir sugestões de entidades da área, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O encontro foi no gabinete da presidência da Câmara.</div>
<div></div>
Um dos exemplos citados pelo ministro, e que poderia ser revisto numa nova redação, é o caso do gestor público alcançado por um processo de improbidade com a indisponibilidade de seus bens e que é declarado inocente ao final.

</div>
<div style="text-align: justify;">“Ele teve seus bens indisponíveis por anos, e quem vai indeniza-lo por isso? É bom reconhecer os avanços dessa lei, mas precisamos refinar os parâmetros dela”, explicou.Comissões
A comissão de juristas para discutir a reforma na Lei de Improbidade Administrativa foi criada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em fevereiro, para aperfeiçoar a legislação vigente. O colegiado tem prazo de 120 dias para elaboração de um anteprojeto de lei para tramitar na Casa.Há outros grupos de trabalho em funcionamento na Câmara para aperfeiçoar a legislação em diversas áreas, como a coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, para endurecer as penas no combate ao tráfico de drogas, de armas e à lavagem de dinheiro; outro para debater a redução da alíquota da pessoa jurídica nos EUA, e o impacto dessa decisão na competitividade das empresas brasileira; um terceiro para debater o mercado de debêntures no Brasil e propor estratégias para torná-lo acessível a todos os segmentos; e por fim, uma comissão para discutir sistemas de controle no Brasil.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div class="divBlocoContinuacao">
<div id="creditosMateria">Reportagem &#8211; Luiz Gustavo Xavier
Edição &#8211; Geórgia Moraes
<div style="text-align: justify;">A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura &#8216;<a title="Agência Câmara de Notíticas" href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias">Agência Câmara Notícias</a>&#8216;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
</div>
</div><p>O post <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/">Comissão de juristas que discute lei de improbidade quer incorporar jurisprudências e evitar abusos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://mavlaw.com.br">Martins Antunes e Vilela Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mavlaw.com.br/comissao-de-juristas-que-discute-lei-de-improbidade-quer-incorporar-jurisprudencias-e-evitar-abusos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Comet Cache is NOT caching this page, because `$_SERVER['REQUEST_URI']` indicates this is a `/feed`; and the configuration of this site says not to cache XML-based feeds. -->